sábado, 6 de maio de 2006

Amanhã


Uma sessão especial de Tarot para o dia da MMãe.
Às 16 no lugar do costume.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

ah!


Finalmente o questionário sobre a sexualidade está postadinho (isto quer dizer que está em postas, em alíneas, em perguntas directas) no blog da sexualidade feminina. Não é fácil, mas vai dar-me um gozo do caraças, além do mais está encimado com uma imagem de Escher (um dos meus ídolos, não é que importe muito mas apeteceu-me dizer).

quinta-feira, 4 de maio de 2006

R U talking...



...to MiM(i) [ ler igualmente de cabeça para baixo: (i)W(i)W]?

O autor tem piada: Alessandro Pautasso

Luto

Estive ontem com uma mulher que, sem escrúpulos de espécie alguma, falsificou grande parte da minha infância. Como se atreveu? Como se atreve? Grande bruxa. Hoje descubro outra vez que o meu luto está longe de terminar.

trocar as tintas...


A ideia até é da Mimi alguns posts atrás, mas agarro-a: que tal pegarmos numas T-shirts, uns pincéis e tinta para tecidos e na próxima sessão espalharmos o nome MMA's sobre o pano? com ou sem crias... Fica em formato post à laia de desafio....

Ummmhhh...!!!


Aplicar-se-á o mesmo princípio aos filhos?

quarta-feira, 3 de maio de 2006

...


Misha Gordin

MMAmadeira...


...pura.



Ziv Bashan

A mãe perfeita

É fantasioso pensar que se pode trabalhar a tempo inteiro, passar imenso tempo de qualidade com os filhos, ir a todos os programas, festas d’anos e saraus, cozinhar jantares saudáveis, ajudá-los com os trabalhos de casa. E, faças o que fizeres, pode parecer que ainda assim não é suficiente.

Este é apenas um dos muitos testemunhos num artigo sobre o estafado conceito da super mãe. Who cooked up these crazy expectations anyway?

Assinei a newsletter deste site estava grávida da MB. Aconselho-a às recém mamãs. Agora nem sempre a leio, mas na altura gostei de receber a informação sobre o desenvolvimento do bebé.

Voltando ao artigo, a dada altura há um especialista que diz que é importante que a mãe esteja bem e que tenha tempo para si própria, para se manter mentalmente saudável e não passar depressões aos filhos. No parágrafo seguinte uma mãe insurge-se contra esta teoria BÊ-A-BÁ, dizendo que qualquer mulher tem que ter tempo para si própria, ponto final, independentemente da saúde mental dos filhos. Assino por baixo - lá porque somos mães temos que estar bem só para que os nossos filhos cresçam bem? Não poderemos nós estar simplesmente bem? Ou tudo o que fazemos na vida a partir do momento em que parimos passa a ter como grande objectivo a felicidade das nossas crias?

A reter ainda um valioso conselho: o da partilha e apoio mútuo. Obrigada VW, por teres criado as MMAS! És a mãe perfeita!

terça-feira, 2 de maio de 2006

Obstipada


Aviso já: “isto vai ser longo, e não sei se será bom!”. Já hoje à tarde tive vontade de um abanão. Um palavrão! E não me venham com paninhos mansos, nem conversas quentes.

Não, não é ir jantar fora, beber umas traças e cair da cama. Quero é drama. Enfadada destes dias sem fada. Uma gaja de asas que apareça cá em casa e me atire borda fora, sem bóia. Me bata com um pau na cabeça, e me leve assim de esguelha, por uma unha negra, e de telha, de telha.

Sile te plé! Me plé!!

Quero um carro só para mim. Uma malinha de mão, cartão, e guita dez-cem mil. Um braço na janela e cigarros brancos sem fim!

Pilas e lagartos. Cobras e jasmim. Tudo fora de moda, que bosta, nesta vila mal-suposta. Que enjoo. Ponho o carro tiro o carro na garagem da vizinha. Blahrg!!! Que pimba. Que dia. Bafio. Eu bafio!

Um mês anónima sile te plé. Muá me plé, comé.

Nem revoluções nem trovões. Nem tremoços, almoços. Nem fruta nem frutinha, pijama, pijaminha. Só quero um carro mal passado!

Foto: Þorkell Þorkelsson