quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

Sabe-me bem e pronto.

Este foi o primeiro ano a que assisti a um concerto de Ano Novo ao vivo (pratico a tradição de os ver pela televisão). Orquestrado pelo fantástico Cassuto que interpretou a „Dança das Horas” de La Gioconda de Ponchielli de forma surpreendente. Surpreendente foi também a soprano Elisabete Matos e claro a afinada Orquestra Metropolitana de Lisboa. O ambiente era quente, a iluminação impecável, o som natural chegava a todos sem a mínima dificuldade.
Estou com uma sensação de calma que me é estranha, mas gosto.
Sim, creio que este ano vai ser diferente dos outros, pelo menos hoje, agora, neste instante, assim o sinto.

3 comentários:

Isabel Freire disse...

Temos que perguntar à directora artística... ops... alguém tem o telefone da senhora? ´
: )
Acho que pode ser terapêutico, lúdico e pedagógico...

Bjs

péssima disse...

O dia 15 está quase aí, ao que parece com mais afluência.
Estou ansiosa!

Isabel Freire disse...

sempre ansiosas, sempre ansiosas, se não é pelos filhos...
ehehehehe
: ]